Ao colidir com e terra segundo estudos da NASA, nos primeiros segundo, uma área equivalente a um continente
será extraído do mapa. O asteróide tem por dimensão 2 Km de diâmetro e provocará uma onda de mais de 1 Km, em seguida cerca de 10 minutos após essa colisão, toda a terra estará coberta por uma nuvem de pó.
Em uma semana o planeta terra estará em trevas, e tal escuridão permanecerá por cerca de 2 anos, extinguindo toda a vida vegetal em no máximo quatro semanas e pelo menos 2 bilhões de terráqueos (um terço da população) serão dizimados somente com a explosão. A violência desse impacto será de 1,2 milhão de megatons, para entender melhor, essa explosão equivale a 60 mil bombas atômicas atuais, dessas que a Coréia do Norte está fabricando, ou 90 milhões daquelas lançadas em Hiroshima em 1945. A violência será duas pior, do que aquele que exterminou da terra os dinossauros.
Acredite se puder, mas esse acontecimento tem nome e data prevista para a colisão, a hecatombe chamada de 2002 NT7 colidirá com a terra em fevereiro de 2019, daqui a 10 anos.
Descoberto num observatório americano na Cidade do México, o 2002 NT7 se aproxima a uma velocidade de 27,2 quilômetros por segundo. A revelação foi feita pelo doutor Donald Yeomans, cientista da Nasa, e desde então as autoridades do mundo todo em estado de alerta.
Alguns países estão se mobilizando para tentar salvaguardar a humanidade, e filmes recentes demonstram a dimensão da tragédia. Mas o que Paramount e Disney tentaram criar nas telas com Impacto Profundo e Armagedon parecerá desenho animado diante da cena real que se anuncia nos corredores da NASA. E por isso que essas autoridades estão unindo forças e recursos, afim de impedir essa colisão, no entanto, segundo o professor de astrofísica da UPIS (universidade ligada à Agência Espacial Brasileira), oje não existe nenhuma tecnologia capaz de impedir o choque com a terra de um asteróide desse porte. O que vemos em cinema amigos, infelizmente não existe, mesmo assim programas bilionários de defesa espacial, agem no mundo todo e devem ganhar força até o pronunciamento final da NASA.
Na tentativa de defesa
Autoridades militares da China gastam já na casa de 2 bilhões com o desenvolvimento de mísseis de defesa aeroespacial. Os EUA como se não bastasse, respaldados com um orçamento de US$ 8 milhões, reforçam na tentativa de defesa. Avalizado ainda pelo ex presidente George W. Bush –, prometem colocar no espaço uma constelação de mísseis a laser. O projeto, batizado de Space-based Laser, foi criado para remover o lixo cósmico (fragmentos de asteróides ou meteoros).
Diante de todos esse esforços, segundo especialistas, a luta da estção espacial americana contra o 2002 NT7 seria inglória, pois destruí-lo é praticamente impossível. O que se cogita hoje com um mínimo de otimismo, é apenas uma união de forças políticas a fim de mudar o curso desse meteorito. A Rússia, a exemplo dos EUA pretende desenvolver uma estação espacial de defesa contra meteoritos que eles chamam de escudo espacial, e já anunciou fabricação de armas espaciais antiasteróides. Outro programa em estudo nos laboratórios americanos de Los Alamos e Lawrence Livermore sugere a criação de bombas de nêutrons.
Vale de tudo para tentar barrar essa ameaça a humanidade, até mesmo como nos filmes, em que o astronauta vai até o meteoro e instala bombas em seu interior a fim de destruí-lo antes do choque com o plante. É evidente que isso é impossível, mas mesmo assim existe de fato, de nada disso aocontecer, e acredita-se num desvio natural da rota do 2002 NT7, por isso vamos torcer para que isso aconteça.
De qualquer forma vamos curtir esse 10 anos que nos resta.
será extraído do mapa. O asteróide tem por dimensão 2 Km de diâmetro e provocará uma onda de mais de 1 Km, em seguida cerca de 10 minutos após essa colisão, toda a terra estará coberta por uma nuvem de pó.Em uma semana o planeta terra estará em trevas, e tal escuridão permanecerá por cerca de 2 anos, extinguindo toda a vida vegetal em no máximo quatro semanas e pelo menos 2 bilhões de terráqueos (um terço da população) serão dizimados somente com a explosão. A violência desse impacto será de 1,2 milhão de megatons, para entender melhor, essa explosão equivale a 60 mil bombas atômicas atuais, dessas que a Coréia do Norte está fabricando, ou 90 milhões daquelas lançadas em Hiroshima em 1945. A violência será duas pior, do que aquele que exterminou da terra os dinossauros.
Acredite se puder, mas esse acontecimento tem nome e data prevista para a colisão, a hecatombe chamada de 2002 NT7 colidirá com a terra em fevereiro de 2019, daqui a 10 anos.

Descoberto num observatório americano na Cidade do México, o 2002 NT7 se aproxima a uma velocidade de 27,2 quilômetros por segundo. A revelação foi feita pelo doutor Donald Yeomans, cientista da Nasa, e desde então as autoridades do mundo todo em estado de alerta.
Alguns países estão se mobilizando para tentar salvaguardar a humanidade, e filmes recentes demonstram a dimensão da tragédia. Mas o que Paramount e Disney tentaram criar nas telas com Impacto Profundo e Armagedon parecerá desenho animado diante da cena real que se anuncia nos corredores da NASA. E por isso que essas autoridades estão unindo forças e recursos, afim de impedir essa colisão, no entanto, segundo o professor de astrofísica da UPIS (universidade ligada à Agência Espacial Brasileira), oje não existe nenhuma tecnologia capaz de impedir o choque com a terra de um asteróide desse porte. O que vemos em cinema amigos, infelizmente não existe, mesmo assim programas bilionários de defesa espacial, agem no mundo todo e devem ganhar força até o pronunciamento final da NASA.
Na tentativa de defesa
Autoridades militares da China gastam já na casa de 2 bilhões com o desenvolvimento de mísseis de defesa aeroespacial. Os EUA como se não bastasse, respaldados com um orçamento de US$ 8 milhões, reforçam na tentativa de defesa. Avalizado ainda pelo ex presidente George W. Bush –, prometem colocar no espaço uma constelação de mísseis a laser. O projeto, batizado de Space-based Laser, foi criado para remover o lixo cósmico (fragmentos de asteróides ou meteoros).Diante de todos esse esforços, segundo especialistas, a luta da estção espacial americana contra o 2002 NT7 seria inglória, pois destruí-lo é praticamente impossível. O que se cogita hoje com um mínimo de otimismo, é apenas uma união de forças políticas a fim de mudar o curso desse meteorito. A Rússia, a exemplo dos EUA pretende desenvolver uma estação espacial de defesa contra meteoritos que eles chamam de escudo espacial, e já anunciou fabricação de armas espaciais antiasteróides. Outro programa em estudo nos laboratórios americanos de Los Alamos e Lawrence Livermore sugere a criação de bombas de nêutrons.
Vale de tudo para tentar barrar essa ameaça a humanidade, até mesmo como nos filmes, em que o astronauta vai até o meteoro e instala bombas em seu interior a fim de destruí-lo antes do choque com o plante. É evidente que isso é impossível, mas mesmo assim existe de fato, de nada disso aocontecer, e acredita-se num desvio natural da rota do 2002 NT7, por isso vamos torcer para que isso aconteça.
De qualquer forma vamos curtir esse 10 anos que nos resta.

Uma adaptação da matéria publicada na revista ISTO É Dinheiro, Quarta-feira, 31 de Julho de 2002.
Thiago Correia, 12 de setembro de 2009, Cascavel PR
eu acredito muito em asteroides mais eu creio a inteligecia do homem vai com segui domina este obstaculos que rodeia nosso praneta como a demençoes é sõ di aguas si por acaso cair em terra si acaba ir ci cair na terra ci acaba do mesmo geito em tão é sicomforma é espera amorte chega mais nada acomenta ok
ResponderExcluirThiago, tu e muito doido, ao falar nisso: "armas espaciais antiasteróides", "Vale de tudo para tentar barrar essa ameaça a humanidade, até mesmo como nos filmes, em que o astronauta vai até o meteoro e instala bombas em seu interior a fim de destruí-lo antes do choque com o planeta.".kaosaksoaksoaskoaskaoskaoskaosa, Bom trabalho. Vlw
ResponderExcluira nasa ja descartou a possibilidade deste asteroide impactar com a terra http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2002/020729_asteroideaf.shtml
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