Com a inesperada queda da diplomação e os avanços da tecnologia, o jornal impresso parece caminhar para sua extinção.A população acostumou-se com a facilidade e praticidade que os avanços tecnológicos propuseram e com isso a informação chega até as pessoas com mais facilidade. Noticias que antes levavam horas para chegar até o publico, hoje podem ser rapidamente vistas em blog e sites da web.
A notícia se alastra como um câncer pela rede, devido ao que chamamos de pirataria da informação. Antes o repórter saia para as ruas para garimpa-la e isso levava horas, depois disso esse mesmo repórter tinha que escrever a matéria, conferir e corrigir e somente após todo esse procedimento e a noticia era impressa, e esse meio de comunicação detinha o total controle sobre esse trabalho, ou seja, dificilmente outro jornal ou revista publicaria o mesmo texto.
Com o surgimento dos sites de buscas, blogs e afins, tudo se torna tragicamente global em questão de minutos. O repórter vai às ruas para procurar sua notícia, escreve
e publica, horas depois poderá ver seu texto em variados sites, e claro, sem nenhum pedido de autorização.
Essa prática de pirataria de noticias faz com que o jornal impresso seja esquecido, até mesmo pelo fato de que o texto que sairá amanha de manhã, eu já o li hoje pela tarde no site da UOL, ou do GLOBO e o melhor disso tudo sem custo algum. Podemos perceber também que muitas pessoas se fazem jornalistas, copiando e colando textos na web e publicando em seus blogs como se fossem eles os autores da noticia, o que prova que para ser jornalista, não precisa ter opinião, afinal de contas, para copiar e colar é necessário um curso básico de informática e não 4 cansáveis anos de comunicação social.
O jornalismo impresso terá o mesmo fim que o charuto, maverick, Fiat 147 e o disco de vinil tiveram, ou seja, somente os apaixonados pelo papiro é que terão acesso, e que pagarão por ele. O jornal impresso está tramitando de o bom amigo, para o bom amigo charmoso. Sentar no shopping pedir um café e fazer a leitura de um bom jornal, não será privilégio de muitos, mas sim característica de status para poucos.
Uma nova safra de jornalista está nascendo, com uma visão panorâmica e inovadora sobre como se fazer jornal, comunicadores com opiniões formadas e novos métodos de investimentos para o meio de comunicação, contudo enquanto esses novos comunicadores não se pronunciam, vamos levando a vida com a facilidade que ela nos dá, lendo noticias sem ter que pagar por elas, sites de busca e e-mail bomber para divulgá-las com mais facilidade e rapidez.
Não acredito no termino da pirataria da informação, mesmo que todos os jornais do mundo tentarem monopolizar o mercado colocando senhas de acesso para somente os assinantes, nascerá em meio esses profissionais a ambição, o desejo de ter mais que o outro e com isso informações iram vazar e noticias vão chegar em nossos computadores como se fossem filmes piratas vistos 2 semanas antes do lançamento oficial.
O dinheiro é a mola do mundo, não se vive sem esse lastimável pedaço de papel, e jornalista com ou sem opinião, com ou sem formação, estarão sempre a postos para vender suas informações que eles conseguiram através de programas espiões, ou até mesmo surrupiaram enquanto você paquerava a estagiária do curso de jornalismo que mal consegue escrever o próprio nome no computador.
e publica, horas depois poderá ver seu texto em variados sites, e claro, sem nenhum pedido de autorização.Essa prática de pirataria de noticias faz com que o jornal impresso seja esquecido, até mesmo pelo fato de que o texto que sairá amanha de manhã, eu já o li hoje pela tarde no site da UOL, ou do GLOBO e o melhor disso tudo sem custo algum. Podemos perceber também que muitas pessoas se fazem jornalistas, copiando e colando textos na web e publicando em seus blogs como se fossem eles os autores da noticia, o que prova que para ser jornalista, não precisa ter opinião, afinal de contas, para copiar e colar é necessário um curso básico de informática e não 4 cansáveis anos de comunicação social.
O jornalismo impresso terá o mesmo fim que o charuto, maverick, Fiat 147 e o disco de vinil tiveram, ou seja, somente os apaixonados pelo papiro é que terão acesso, e que pagarão por ele. O jornal impresso está tramitando de o bom amigo, para o bom amigo charmoso. Sentar no shopping pedir um café e fazer a leitura de um bom jornal, não será privilégio de muitos, mas sim característica de status para poucos.
Uma nova safra de jornalista está nascendo, com uma visão panorâmica e inovadora sobre como se fazer jornal, comunicadores com opiniões formadas e novos métodos de investimentos para o meio de comunicação, contudo enquanto esses novos comunicadores não se pronunciam, vamos levando a vida com a facilidade que ela nos dá, lendo noticias sem ter que pagar por elas, sites de busca e e-mail bomber para divulgá-las com mais facilidade e rapidez.
Não acredito no termino da pirataria da informação, mesmo que todos os jornais do mundo tentarem monopolizar o mercado colocando senhas de acesso para somente os assinantes, nascerá em meio esses profissionais a ambição, o desejo de ter mais que o outro e com isso informações iram vazar e noticias vão chegar em nossos computadores como se fossem filmes piratas vistos 2 semanas antes do lançamento oficial.

O dinheiro é a mola do mundo, não se vive sem esse lastimável pedaço de papel, e jornalista com ou sem opinião, com ou sem formação, estarão sempre a postos para vender suas informações que eles conseguiram através de programas espiões, ou até mesmo surrupiaram enquanto você paquerava a estagiária do curso de jornalismo que mal consegue escrever o próprio nome no computador.
Thiago Correia, acadêmico do 2º ano de jornalismo da UNIVEL
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