Plágio
A confecção, produção, copia, de um determinado artefato científico, mesmo que seja semelhante, ou que façam lembrar, ou confundir o avaliador ou até mesmo um mero leitor, pode tratar-se de plágio (utilizar as idéias, escritos e projetos de outros como se fossem seus). Para ser um plágio, é necessário o suposto criado use ideias de outrem.
Sem dúvidas prática inaceitável em meios aos métodos de pesquisa, podendo acarretar sanções severas, de tal forma que o idealizador, poderá ser lembrado por toda sua carreira.
Também pode acontecer o erro honesto, ou seja, construir algo com inspiração em outro pensador pode levar em uma leve semelhança a seu feito, porém isso não é visto como plágio.
Fabricação e falsificação
Segundo o site www.artigonal.com aproximadamente 40.000 revista publicam mais de 1 milhão de artigos anualmente. Sendo assim não é de se espantar que cientistas, sejam surpreendidos maquiando e alterando informações de pesquisa. Acertadamente penas a altura são aplicadas a esses “espertinhos”, que muitas vezes são da área da saúde, pois tais pesquisas tem um elevado custo e gera um alto índice de risco.
A falsificação também pode ser encontrada nos artigos dos alunos de pós graduação, que teimam em interpretar obras, a partir de interpretação de outro pesquisador, sendo que o caminho correto seria ir direto a fonte.
Não publicação de dados
Basicamente aqui a não publicação se dá devido o dado colhido, não ser ideal ou relevante, ou até mesmo que não sustente a pesquisa em si. Dados impróprios deveriam ser identificados antes mesmo da real elaboração da pesquisa, por exemplo, se você colheu dados que apresentaram números muito alto ou muito baixo e então na hora de testar o instrumento, o pesquisador percebe que esses números ficaram ao meio, percebe-se uma contradição nas informações, e uma não coerência com a pesquisa.
O pior fiasco nessa modalidade é publicar dados que não sustentam teses ou hipóteses. E ainda segundo o site www.artigonal.com as revistas são acusadas frequentemente de uma publicação induzida, alegando que somente o que é interessante é que vai para a pauta.
Procedimentos falhos de coleta de dados
Atividades anti-éticas podem ocorrer nessa etapa de sua pesquisa, com isso o estudante deve dobrar atenção aos seguintes problemas.
•Continuar as coletas de dados com sujeitos que não estão atingindo as necessidades da pesquisa (p. ex., fracasso em aderir aos acordos sobre dieta, exercício e descanso);
•Equipamento defeituoso;
•Tratamento inadequado dos sujeitos (p.ex., fracasso ao seguir as linhas de direção do Comitê de Ética de Pesquisa); e
•Registro incorreto de dados.
Os dados deram ser armazenados da forma que foi colhido e deve estar sempre a disposição para novas pesquisas e analises.
Autoria equivocada
A publicação de pesquisas em conjunto, trata-se uma questão de ética maior. O pesquisador que desenvolveu a idéia da pesquisa é geralmente o primeiro autor, posteriormente são listados por ordem de contribuição o segundo e terceiro.
Praticas duvidosas de publicação
Seria função de o corpo docente estimular a capacidade acadêmica do estudante, e tem-se muita pressão sob o professor para publicar e com isso receber benefícios de promoção, estabilidade e financiamento de agências de fomento. Assim é vantajoso ser o primeiro autor. Com isso membros do corpo docente querem auxiliar os estudantes, mas sentem pressão para publicar e isso não acontecer por parte de um primeiro autor, mas sim para professores assistentes.
Para receber o diploma, os estudantes de pós-graduação devem apresentar uma tese, ou dissertação, onde o professor-orientador supre a idéia, o projeto e grande parte da escrita e edição, mas nesse caso a autoria secundária para o orientador é aceitável sob certas circunstâncias.
Sanções para má conduta científica
Pense bem antes de plagiar ou apropriar-se indevidamente de ideias que não são suas. Veja aqui o que lhe poderá ocorrer:
•restrição de responsabilidades acadêmicas
•afastamento do projeto
•rebaixamento no posto que ocupa dentro do plano de carreira
•Multas para cobrir custos
•afastamento da universidade (com ou sem perda de benefícios)
•congelamento do salário ·congelamento de promoções
•Supervisão de futuras solicitações de concessões de recursos
•Repreensões verbais
•Carta de repreensão (incluída ou não no registro permanente) •Monitoramento da pesquisa com revisão prévia das publicações
Thiago Correia, 24 de agosto de 2009, Cascavel PR
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